sábado, 10 de abril de 2010
Quando estamos tão frios quanto o dia, parece que as memórias e idéias fluem mais leves, e não carregadas como estas lindas nuvens cinzentas, acolhedoras. Somos fases, e vivenciamos uma incostância constante, os problemas são os mesmos, as alegrias previsíveis, a mesmice chegou e reinou, nada muda. Mas é aí que me prendo, amordaço os velhos dilemas que não desgrudam, sorrio nas horas mais impróprias, assim pra fazer tipo, tentando desvencilhar de uma imagem que por hora haja sido esquecida. E por mais que tente, sempre são os velhos esporros e o incômodo só cresce, nada agrada, a vitrola não consegue tocar alguma coisa que me anime, a famosa indecisão. Ainda não sei o que eu quero, não sou mania nacional, não quero ver o outro se dar mal. "Eu quero paz, justiça e alegria". Preciso ver Irene rir, preciso dos velhos cascudos de amigos, preciso de amor e que brote com raízes profundas, estou precisando de muitas coisas que nem mesmo sei se e o que preciso. Estou incontroverso, me faço triste. Aquela estrela precisa piscar, precisa estar sempre iluminada, o que me foi um dia, se foi, e levou consigo talvez, todos os bons momentos. Estou perplexo, mudo, calado e introspectivo. Sou leve, pluma que não alça voo. Talvez a mudança que precisa acontecer é que eu me sinta, me sinta.
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2 comentários:
vou ser intrometida dessa vez
todos precisamos da mesma coisa
o nome é amor
a questão ta em como ele se veste
vem vestido de simplicidade pra uns,
de decisão p outros,
de amigos p outros, de coragem pra outros,de tantos modos coloridos e preto e branco . mas sempre vestido. não vem com mascaras vem sempre pleno. Sinta-o!
rob
Concordo com Rob. Todo mundo precisa da mesma coisa.
No mais:
Hipotenuse-se!
;*
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